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    Perfil epidemiológico e fatores de risco em pacientes com diagnóstico de infarto agudo do miocárdio em um hospital de referência cardiológica em Belém-Pa
    (2014) COSTA, Mayara Oliveira da; VILHENA, Andrezza Ozela de
    A doença arterial coronariana representa a principal causa de óbito no mundo inteiro, sua alta incidência em parte, relacionada ao fato de encontrarmos em nossa população um estilo de vida que propicia o desenvolvimento dos fatores de risco que contribuem para o aumento do número de indivíduos acometidos por essa doença. O objetivo desta pesquisa foi investigar o perfil epidemiológico e os fatores de risco dos pacientes com diagnóstico de infarto agudo do miocárdio em um hospital de referência em Belém-Pa. Para que os objetivos citados neste estudo fossem alcançados, optou-se por uma pesquisa do tipo epidemiológica descritiva observacional de incidência. A forma de abordagem foi totalmente quantitativa. Participaram do estudo 88 pacientes infartados que se encontravam nos setores de emergência cardiológica, clinica cardiológica e unidade coronariana. O instrumento de coleta de dados constituiu-se em um formulário contendo os dados relevantes para a pesquisa. Foram encontrados no estudo maior prevalência sexo masculino com 69,3%, a média de idade foi 60 anos. A maioria dos pacientes são da região metropolitana de Belém, possuem baixo nível de instrução e baixo nível socioeconômico. A população possui alta prevalência de fatores de risco, sendo o sedentarismo o fator de risco mais encontrado entre os infartados, seguido da hipertensão arterial sistêmica, tabagismo e excesso de peso. Os resultados deste estudo apontam para o fato de estarmos trabalhando com pessoas que possuem, em seu estilo de vida, hábitos que propiciam a manutenção ou progressão da doença arterial coronariana. Diante disso, torna-se necessário a implementação de um programa educativo que desenvolva ações focadas na gravidade do infarto agudo do miocárdio e na importância da aquisição de hábitos mais saudáveis.
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    Fatores relacionados ao óbito de pacientes sépticos na unidade de terapia intensiva
    (2018) VASCONCELOS, Júlia Hilda Lisboa; MENEZES, Cláudia Ribeiro
    Introdução: A sepse é uma problemática constante nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e importante causa de óbitos, com letalidade alta e crescente, configurando um desafio para profissionais em todo o globo. Objetivo Identificar os fatores de risco relacionados ao óbito de pacientes com sepse sob cuidados intensivos. Materiais métodos: Estudo retrospectivo, do tipo caso-controle, realizado na Fundação Pública Estadual Hospital das Clinicas Gaspar Vianna (FHCGV), Belém, Pará, por meio da coleta de dados em prontuários de pacientes sépticos internados na UTI adulto do FHCGV no período de 01 de Janeiro a 31 de dezembro de 2016, considerando dois grandes grupos: caso, pacientes sépticos ou em choque séptico que evoluíram a óbito e controle, pacientes sépticos que receberam alta deste serviço. Utilizou-se o programas Microsoft Excel 2013 para a compilação dos dados e Minitab 18 para o tratamento estatístico. Foram definidos como estatisticamente significativos os valores de p<0,05, com um intervalo de confiança de 95%. Resultados e discussão: indivíduos deste estudo constituíram em sua maioria do sexo masculino (63,16 % 6bitos; 57,89% controles), pardos (76,32%; 65,79%) e renda menor ou igual a dois salários mínimos (100% óbitos: 78,95% controles). A idade maior que 60 anos foi altamente significativa para o óbito (p<0,000), RC 136,89,1C:52,29.353.33. Doenças do coração compuseram a principal causa de internação (57,5% óbito; 60% controle). Teste de Correlação de Spearman mostrou correlação entre o tempo de UTI após diagnóstico de sepse e o tempo total de internação (p<0,000) e tempo de ventilação mecânica (p<0,000). Não houve diferença estatística considerando o sítio primário de infecção e sua origem comunitária ou hospitalar; hipertensão foi a mais prevalente comorbidade. Pacientes que evoluíram a óbito apresentaram maior número de PCR revertida, cuja totalidade deles (100%) evoluiu para o choque com média de sobrevida de 7±13,91 dias após a reanimação. Não houve diferença considerando os ritmos iniciais de PCR. O desenvolvimento de choque séptico (p< 0,000), lactato >18mg/dL (p<0,000) e média de hemoglobina 9,95±1,98 foram altamente preditivos para o óbito. Conclusão: Pacientes sépticos idosos apresentam quase 140 vezes mais chances de óbito que indivíduos mais jovens. Lactatemia, baixos valores de hemoglobina no diagnóstico e a evolução para o choque séptico representam importantes fatores de risco para o óbito.
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    Prevalência de fatores de riscos cardiovasculares no IAM com supradesnível do segmento ST, em um hospital público de Belém/PA
    (2020) PINTO, Bruna Feitosa; TYLL, Milene de Andrade Gouvêa
    Um dos maiores desafios do século XXI são as Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), devido o seu alto impacto social, econômico e de saúde pública que elas causam. A prevalência de DCNT, dando como exemplo a Hipertensão Arterial, acarreta ao indivíduo maiores riscos de desenvolver Doenças Cardiovasculares. As Doenças Cardiovasculares (CV) possuem altas taxas de prevalência, sendo consequência das alterações nos hábitos de vida da população. Dentre as doenças cardiovasculares, o Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) é o principal representante das doenças isquêmicas do coração. Esta pesquisa intenta conhecer a prevalência dos fatores de risco cardiovasculares em pacientes infartados com supradesnível do segmento ST que participaram do Programa Boas Práticas Clínicas em Cardiologia na FHCGV. Especificamente, a intenção desta pesquisa foi caracterizar o perfil socioeconômico dos pacientes diagnosticados com Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST; identificou-se a preexistência dos seguintes fatores de risco: obesidade e sobrepeso, hipertensão arterial, diabetes mellitus, sedentarismo, tabagismo e dislipidemia; elaborou-se uma tecnologia em saúde do tipo educativa para a sensibilização sobre riscos cardiovasculares. Trata-se de um estudo epidemiológico, transversal descritivo, com abordagem quantitativa. O presente estudo teve como local de pesquisa a Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Viana. A coleta de dados ocorreu no período de abril a junho de 2019, a partir do acesso aos dados da Pesquisa Boas Práticas Clínicas em Cardiologia. Foram utilizados dados referentes aos anos de 2017 e 2018. Participaram da pesquisa pacientes que tiveram diagnóstico de Infarto Agudo do Miocárdio com Supradesnível do Segmento ST, totalizando 251 pacientes. Os dados obtidos foram organizados em uma planilha do programa Excel e posteriormente os resultados foram expressos através da estatística descritiva, sendo apresentados por meio de tabelas e gráficos. O fator de risco mais prevalente neste estudo foi o sedentarismo (77,3%), relatado pela falta de exercício físico. Em ordem decrescente de incidência, os demais fatores de riscos, como o tabagismo, hipertensão arterial sistêmica, diabetes mellitus, e dislipidemia, estiveram presentes em (66,9%), (59,8%), (50%), (27,1 %), (16,7%), respectivamente. A porcentagem relacionada ao tabagismo foi somada ao uso do cigarro atualmente ou no passado. Destes, (53,9%) fumavam há mais de 10 anos. Foi elaborada uma tecnologia educativa do tipo cartaz, a mesma foi baseada nos fatores de risco estudados. Os resultados evidenciaram importante relação entre os fatores de riscos cardiovasculares propostos e infarto agudo do miocárdio, sendo assim, possível realizar sua prevenção através do controle eficaz dos mesmos. Nesta perspectiva, espera-se que ocorra uma maior vigilância sobre os fatores de risco para doenças cardiovasculares e os grupos vulneráveis, a fim de promover saúde e prevenir doenças. A utilização de uma tecnologia em saúde do tipo cartaz, com ilustrações que falam por si, além de um breve texto informativo, se faz importante no processo ensino/aprendizagem dos profissionais de saúde junto à população.
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    Atuação do enfermeiro na alta hospitalar de pacientes em pós-operatório de revascularização do miocárdio
    (2019) SOUZA, Nayara Freitas de; VILHENA, Andrezza Ozela de
    O Infarto Agudo do Miocárdio (IAM) constitui a manifestação mais grave da doença coronariana, uma das principais causas de internação hospitalar, provocando alterações na qualidade de vida da pessoa. A preparação da alta hospitalar é um processo importante do plano de tratamento, e uma das preocupações para assegurar a recuperação e evitar reinternações. Para que isso aconteça, é necessário o comprometimento da equipe multiprofissional tendo o enfermeiro como elo desta relação, levando em consideração o momento da admissão no serviço até o término de seu tratamento, ou seja, a alta hospitalar. A pesquisa teve como objetivo descrever a atuação do enfermeiro frente à alta hospitalar em pacientes acometidos por infarto agudo do miocárdio, submetido a revascularização do miocárdio em um hospital de referência em cardiologia no município de Belém-Pará. O estudo caracterizou-se como descritivo com abordagem qualitativa realizado na Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna. Sendo composto por 16 enfermeiros do Serviço de Atendimento e Triagem, clínica cardiológica e clínica cirúrgica. A coleta de dados foi realizada no período de agosto a setembro de 2018, por meio de um questionário com perguntas abertas e fechadas, contendo os dados relevantes para a pesquisa. O instrumento educativo foi construído após levantamento de literatura existente acerca de orientações para pacientes submetidos à revascularização do miocárdio evidenciando o conhecimento, as dúvidas, medos e anseios ao retornar para casa após a alta hospitalar. Com a pesquisa, visa-se contribuir para uma melhoria do serviço prestado pelos profissionais da área da saúde, em especial enfermeiros , já que este estudo fornecerá subsídios para que a comunidade científica e a instituição envolvida possam desenvolver uma assistência mais qualificada com estratégias efetivas para o planejamento da alta hospitalar, tendo como foco orientações pertinentes aos pacientes e familiares como a finalidade de promoção da saúde e prevenção de agravos, visando assim o preparo adequado para o autocuidado no domicílio.
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    Aspectos sociodemográficos, clínicos e evolutivos de pacientes idosos submetivos à cirurgia cardíaca
    (2018) SOUZA, Jessika Cardoso de; SANTOS, Anderson Lineu Siqueira dos
    Introdução A cirurgia cardíaca é considerada um procedimento altamente invasivo e complexo, implica em grandes repercussões orgânicas que levam a alterações fisiológicas importantes nos pacientes. Objetivo: Analisar aspectos sociodemográficos, clínicos e evolutivos de idosos submetidos à cirurgia cardíaca. Materiais e métodos: Trata-se de uma pesquisa quantitativa, transversal, com abordagem analítica e descritiva realizada no Hospital de Clínicas Gaspar Vianna, no Estado do Pará. Foram incluídos no estudo 89 prontuários. Para obtenção dos dados foi utilizado um formulário sociodemográfico e clínico. Resultados: Predominaram as seguintes características: idade média de 69,42 + 7,467, homens (76%), nível fundamental incompleto (55%), casados (57%), renda familiar de 1 a 2 salários (83%), pardos (64%) e provenientes da capital (58%). Os fatores de risco mais frequentes foram a hipertensão (94%), o tabagismo (73%) e a diabetes (49%). O tempo de espera para a cirurgia foi de 39,3 dias, o tempo de internação em UTI foi de 10,9 dias. O óbito pós-operatório ocorreu em 18% dos pacientes. O diagnóstico mais recorrente foi de infarto do miocárdio. A cirurgia mais frequente foi a de revascularização do miocárdio. 71% dos pacientes apresentaram complicações. As categorias de complicações que apresentaram associação com as variáveis clínicas foram as complicações respiratórias, renais e infecciosas. A hipertensão foi identificada como preditor para o desenvolvimento de complicações no pós-operatório. Conclusões: O conhecimento prévio das principais características clínicas e das complicações pós-operatórias proporcionam subsídios para um planejamento mais adequado dos cuidados prestados.