Esplenectomias não traumáticas

Carregando...
Imagem de Miniatura
Data
2012
Título da Revista
ISSN da Revista
Título de Volume
Editor
Resumo
As esplenectomias não traumáticas são mais comuns no sexo feminino, e as doenças hematológicas são as causas mais frequentes de indicação operatória. Sem o baço, há deficiência de opsoninas (properdina e tufsina), ficando o indivíduo mais susceptível à infecção pelos germes encapsulados, evoluir com infecção grave ou septicemia fulminante. Objetivamos descrever o perfil clínico-epidemiológico das esplenectomias realizadas na FHCGV-PA, no período de janeiro de 2009 a dezembro de 2012, empregando o modelo de estudo descritivo-analítico, observacional, transversal, com a coleta de dados de prontuários de todos os casos de esplenectomia não traumática, arquivados no SAME da FHCGV-PA. Foram encontrados: 69,6% dos pacientes do sexo feminino, 78,3% das indicações de cirurgia ocorreram por PTI, abcesso esplênico (8,7%), esferocitose (8,7%) e cisto esplênico (4,3%); foi realizada imunoprofilaxia contra germes encapsulados em 56.5% dos casos; todos os casos foram submetidos à cirurgia laparotômica, com preferência pela incisão mediana (87%), achado intra-operatório de baço acessório em 13% e colocação de dreno abdominal em 60,8% dos casos; 26% evoluíram com destes apenas 13% necessitaram de reinternações e reoperações. Concluímos que os pacientes atendidos no Serviço de Cirurgia da FHCGV-PA, de janeiro de 2009 a dezembro de 2012, para realização de esplenectomia não traumática. são na maioria do sexo feminino, com patologia de base principal representada pela PTI. com maioria recebendo imunoprofilaxia, em todos os casos submetidos à cirurgia laparotômica com preferência pela incisão mediana, com colocação de dreno abdominal pela maioria dos cirurgiões, evoluindo com complicações no pós-operatório em 26% dos Casos.
Descrição
Palavras-chave
Citação
GOMES, Kllevison Nascimento. Esplenectomias não traumáticas. Artigo Científico (Programa de Pós-Graduação e Residência Médica em Cirurgia Geral) – Fundação Pública Estadual Hospital de Clínicas Gaspar Vianna. Belém, 2012.
Coleções