Terapia Ocupacional

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    Atuação na pandemia: relato de experiência de uma residente em terapia ocupacional em enfermaria com crianças cardiopatas
    (2021) MAIA, Jéssica Taínara de Macêdo; AITA, Karla Maria Siqueira Coelho
    RESUMO: O tratamento hospitalar das crianças com cardiopatias durante a pandemia do SARS-CoV-2 Cerceamento das Suas atividades rotineiras como banho, alimentação, escolarização e ludicidade. Os protocolos institucionais que objetivam melhoria da qualidade das ações do cuidado e controle de infecção, tendem a gerar uma realidade de anonimato, despersonalização, o que exacerba a presença do temor relativo à dor e ameaça de morte nos usuários e seus familiares. Os ambientes deste contexto que simbolizavam cuidados essenciais à vida agora passam a ser compreendidos, por parte da população, como o local de maior possibilidade de infecção pelo novo coronavírus. Este conjunto de fatores que afetam a vida da criança cardiopata, diante da urgência da terapêutica hospitalar, inscrevem-se de forma agressiva na forma como os atendimentos terapêuticos são planejados. Com objetivo de refletir sobre estes aspectos, este estudo objetivou descrever vivências profissionais ocorridas durante a pandemia de COVID-19 no ano de 2020, ofertadas por um programa de Residência em Atenção á Saúde Cardiovascular. Trata-se de um estudo de caráter descritivo e cunho qualitativo do tipo relato de experiência profissional. Neste, foi observado que a interação das crianças c acompanhantes se tornou restrita aos indivíduos que compartilhavam do mesmo ambiente de enfermaria e com os integrantes da equipe durante as intervenções. Diante disto, o terapeuta ocupacional apresentou-se como o profissional habilitado para identificar rupturas no cotidiano, refletir e intervir em novas formas de atender as demandas ocupacionais e desenvolver recursos e adaptações que às necessidades de cada usuário.
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    Qualidade de vida de pacientes em tratamento hemodialítico: intervenção da Terapia Ocupacional
    (2016) PONTES, Lívia Mello; PINTO, Sônia Cláudia Almeida
    A doença renal crônica e a hemodiálise trazem ao paciente uma série de limitações, que surgem em decorrência das diversas perdas que circundam o paciente renal desde seu diagnóstico, afetando sua qualidade de vida. O estudo objetivou descrever os efeitos na qualidade de vida, após a intervenção terapêutica ocupacional com pacientes em hemodiálise em um setor de terapia renal substitutiva em Belém/PA. O estudo é de tipo observacional, transversal, descritivo, analítico, tipo série de casos. Aplicou-se o protocolo de avaliação da qualidade de vida WHOQOL-Bref com 15 participantes, que divide a qualidade de vida em quatro domínios, o físico, o ambiental, o psicológico e o social. Após as intervenções reaplicou-se o protocolo. Foi feita analise bioestatística no software BioEstat versão 5.3. Como resultado observou-se aumento na auto avaliação da qualidade de vida de 7,2% no domínio ambiental, de 12,8% no social, de 10,1% no psicológico e de 12,5 no físico, destacando melhoras significativas em todos os domínios da qualidade de vida, demonstrando a importância da abordagem do Terapeuta ocupacional junto ao paciente em tratamento hemodialitico.
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    Avaliação do desenvolvimento motor de crianças com cardiopatia congênita em um ambulatório de referência
    (2016) LEAL, Laís Sena; SILVA, Rafael Luiz Morais da
    Fundamentos: A cardiopatia congênita é definida como uma anormalidade na estrutura ou na função cardiovascular que pode estar presente ao nascer. Crianças com cardiopatia congênita têm maior risco de apresentarem atraso no desenvolvimento, portanto devem estar inseridas em programas de vigilância e avaliação para identificação destes riscos e intervenção precoce. Objetivo: Verificar a coexistência entre alterações no desenvolvimento de habilidades motoras e cardiopatias congênitas presentes em crianças acompanhadas no ambulatório da Fundação Hospital de Clínicas Gaspar Vianna, em Belém-PA. Métodos: Utilizou-se uma abordagem quantitativa, onde foram selecionadas e avaliadas 30 crianças por meio da Escala do Desenvolvimento Motor. Resultados: As características motoras avaliadas encontravam-se significativamente abaixo do nível normal médio (p-valor <0.05*). Diante da amostra avaliada, três aspectos do desenvolvimento motor revelaram importante risco ao desenvolvimento: Esquema corporal, organização espacial e organização temporal. Conclusão: Constatou-se a coexistência entre alterações no desenvolvimento de alguns aspectos motores e a cardiopatia congênita, assim torna-se imprescindível a avaliação do desenvolvimento motor desde a primeira infância, considerando as interferências do diagnóstico clínico e a necessidade do acompanhamento para vigilância do desenvolvimento e possíveis intervenções precoces.