Saúde Cardiovascular
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Navegando Saúde Cardiovascular por Assunto "Cardiologia"
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- ItemConhecimento dos pacientes acerca dos fatores de risco relacionados ao infarto agudo do miocárdio(2015) PIERRELEVÉE, Maria Alice Pinheiro Saulnier de; ALENCAR, Mônica Florice AlbuquerqueO presente estudo visa subsidiar os profissionais da saúde no desenvolvimento e qualificação dos programas de educação aos pacientes, condizentes com as suas reais necessidades, pois acreditamos que a correta divulgação dos fatores de risco, bem como a adequada aplicação de medidas preventivas, podem minimizar a ocorrência de doenças cardiovasculares. Dentre as doenças cardiovasculares, em particular, vamos enfocar o infarto agudo do miocárdio, considerando a sua prevalência e repercussões sociais e econômicas.
- ItemRepercussões imediatas decorrentes de um protocolo de mobilização precoce em pacientes cardiopatas críticos durante a diálise(2016) SALGADO, Fádia Cristina Medeiros; BARROZO, Amanda FariaIntrodução: A insuficiência renal associada a doenças cardiovasculares é um quadro frequentemente encontrado na UTI, caracterizando um quadro clínico com necessidade de diálise e cuidados intensivos. Objetivo: Avaliar as repercussões imediatas decorrentes da aplicação de um protocolo de mobilização precoce em pacientes críticos cardiopatas durante a diálise. Método: Foram selecionados 22 pacientes cardiopatas críticos em diálise em duas UTI’s. Todos receberam uma intervenção de mobilização precoce nas primeiras 2 horas de diálise, sendo anotados os valores da FC, PA, SpO2 e FR antes do protocolo, aos 5 minutos, imediatamente após e 5 minutos após o protocolo. Resultados: As médias da FC, PAM, SpO2 e FR são iguais para os quatro momentos de avaliação, ou seja, não existem diferenças significativas nas variáveis nas avaliações feitas. Conclusão: A mobilização precoce, quando realizada em pacientes graves cardiopatas dialíticos, não alterou de forma significativa e imediata a FC, a PAM, a SpO2 e a FR. A partir disso, a mobilização precoce, quando realizada com cautela, é segura durante a diálise.
- ItemTerapia Ocupacional e qualidade de vida de pacientes cardiorrenais em tratamento hemodiálitico: um estudo de série de casos em um setor de terapia renal substitutiva (STRS) em Belém - Pará(2016) PONTES, Lívia Mello; PINTO, Sônia Cláudia AlmeidaINTRODUÇÃO: A síndrome cardiorrenal configura a união entre duas doenças crônicas não transmissíveis (DCNTs) a cardiovascular e a renal crônica. Responsáveis por um alto índice de morbimortalidade no mundo, tende a piorar quando necessita de hemodiálise afetando diretamente a qualidade de vida e o desempenho em papéis ocupacionais. OBJETIVO: O estudo objetivou descrever os possíveis efeitos de um plano de intervenção terapêutico ocupacional com pacientes cardiorrenais em hemodiálise em um STRS no município de Belém/PA. METODOLOGIA: Estudo observacional, transversal, descritivo, analítico, tipo série de casos. Caracterizou-se o perfil sociodemográfico dos 51 pacientes que encontravam-se no STRS da FHCGV no período de Junho a Julho de 2015. Triou-se desses, 15 pacientes que aceitaram participar da pesquisa, com os sujeitos aplicou-se a lista de identificação de papéis ocupacionais e avaliação de qualidade de vida. A etapa seguinte no período de Outubro a Novembro de 2015 foi o plano terapêutico ocupacional em dez atendimentos, repetiu-se a avaliação de qualidade de vida ao final das intervenções. A análise dos dados estatísticos foi realizado no software BioEstat versão 5.3 aplicando foram aplicados métodos estatísticos descritivos e inferenciais. Para os dados quantitativos referentes ao perfil sóciodemográfico foi aplicado o Qui-quadrado. Para analisar a distribuição a qualidade de vida (Whoqol-bref) e dos papéis ocupacionais foi utilizado a correlação linear de Pearson. RESULTADOS: Os pacientes são de maioria do sexo feminino (51%), 51% da amostra são de pessoas idosas, com 41,2 % procedentes de Belém, os principais condicionantes da lesão renal identificados nos antecedentes pessoais foram de 62.7% de pacientes com Hipertensão Arterial Sistêmica e 37,3% para Diabetes mellitus e 72,5% de HAS para antecedentes familiares paternos. As complicações mais frequentes foram 37,3 % cardiovasculares e ósseas; 25,5% infecciosas e 17,6% do acesso vascular. O papel mais afetado foi o de Trabalhador 26,7% no Presente, os mais importantes foram Família (93,3%), Religioso (90%) e Passatempo (90%). CONCLUSÃO: O plano terapêutico ocupacional aplicado com pacientes cardiorrenais em hemodiálise, teve efeito positivo em todos os domínios que compõe a qualidade de vida, demonstrando a importância dessa abordagem no tratamento do paciente cardiorrenal.